Os perigos ocultos de uma simples lavagem

Por Laner Azevedo

Fotos: Gustavo Epifânio

Lavar a moto é sinônimo de deixá-la mais bonita, não? Nem sempre…

É bem verdade que a falta de tempo ocasionada pela correria do dia-a-dia, ou mesmo pela ausência de um lugar adequado, impedem muitos motociclistas de lavarem suas motocicletas, o que faz dos lava-rápidos, praticamente a única alternativa para manter suas máquinas limpas.
É justamente nesse momento que você deve ficar atento, afinal, seja a sua máquina uma utilitária de preço acessível ou uma superesportiva que custa uma pequena fortuna, os cuidados devem ser os mesmos, pois ambas podem ser danificadas de forma irreparável caso sejam lavadas com produtos químicos agressivos, não só aos seus componentes, com  também ao meio ambiente.

Como lavar uma motocicleta exige muito mais trabalho e técnica — sendo mais demorada que a de um automóvel e consequentemente menos rentável — alguns láva-rápidos reduzem esse tempo utilizando produtos que eliminam a sujeira sem grandes esforços, mas que causam grandes estragos à motocicleta. Alguns ácidos e desengraxantes industriais utilizados na lavagem são capazes de remover, além da sujeira, o revestimento a base de zinco ou cromo, dos parafusos, suportes e outros componentes metálicos da motocicleta. O resultado é o envelhecimento precoce da motocicleta, com os componentes citados enferrujando e deixando de funcionar adequadamente.
Um bom exemplo são os raios e niples: eles não só se tornam difíceis de serem movidos, como espanam e quebram com maior facilidade.
Peças de alumínio não estão livres dos tais ácidos, comumente chamados de solupan e limpa-baú. Peças como suportes de pedaleira e até mesmo cilindros, não resistem e acabam manchando ou até mesmo sendo corroídos, dando-lhes aspecto de peças velhas, com décadas de idade.
O termo “irreparável”, pode até parecer exagerado, mas não é. Isso porque o custo da troca de todos os parafusos de uma motocicleta, peças como cilindros, suportes e tudo que se enferruja gravemente, mais o custo da mão de obra de se desmontar a motocicleta totalmente, se torna na maioria das vezes, próximo ou maior que o valor da motocicleta, o que, convenhamos, torna inviável o conserto.
Você deve estar se perguntado: então o que fazer? A resposta é mais simples do que parece.
Com o aumento crescente do número de motocicletas chegando às ruas, cresceu também a oferta de lava-rápidos especializados em motos. Além de abolirem qualquer produto nocivo a sua máquina, eles também utilizam equipamentos específicos para este tipo de veículo, como escovas e buchas com formato especial, adequadas a alcançar pontos da moto onde o acesso é mais difícil — e consequentemente o acúmulo de sujeira, maior.
Além disso, a maioria deste tipo de estabelecimento costuma dar atenção especial a moto, lubrificando os pontos onde é necessário uma constante inspeção, como relação secundária e links da suspensão traseira.


É notório que o preço de uma lavagem em um local como esse tem um custo maior, aproximadamente 60% mais caro que um comum, especializado em carros. A diferença pode até ser grande, mas ainda compensadora, já que dessa forma sua maquina se mantém bonita e em ordem por mais tempo.

Escolher um lava-rápido de confiança que não utilize produtos que agridam a sua moto, é um bom início.
Mas caso você não encontre uma lugar especializado como esses, procure por um lava-rapido que lave apenas utilizando água e sabão neutro. Sua moto o agradecerá… e seu bolso também!

Fonte: http://www.revistamundomoto.com.br/?p=seuosorio&n=133

[ Peça Paralela ] Colocação do cabo de vela NGK SC-G73

Depois de acompanhar varios tópicos sobre cabos de velas resolvi comprar esse cabo de vela. NGK SC-G73.
Retirei os cabos, retirei as velas para colocação das porcas ou pinos na ponta das velas, para fixação do caximbo,sem essas porca o caximbo ficara solto.
Após retirar o cabo original tirei a borracha que cobre o caximbo e coloque na SC-G73. Usei um pouco de graxa para facilitar.Tive que cortar a borracha para encaixar melhor.

Cabo original tirado e ao lado cabo SC-G73.jpg
Cabo original tirado da moto e ao lado cabo SC-G73

Pequei o cabo SC-G73 e cortei ponta. A que vai na bobina para enroscar e foi só encaixar tudo de novo. Aparentemente ficou dez.
Primeiras impressões: Melhorou. Minha moto quando reduzia pipocava muito. e oscilava muito na lenta esses problemas acabaram. Quanto a potencia acho que resolveu um pouco. Velocidade por enquanto não testei. Vou fazer a revisão de 15000 pra reajustar. Ja que acho que vai precisar.
Vai mais fotos.

Cxa. do SC-G73.jpg
Cxa. do cabo de velas

 

SC-G73.jpg

 

Vela com o pino e sem o pino.jpg
Vela com o pino e sem o pino

 

Caximbo sem a borracha protetora..jpg
Caximbo sem borracha protetora

 

Caximbo com a borracha protetora.jpg
Caximbo com a borracha protetora

 

Borracha protetora cortada para encaixar no caximbo NGK.jpg
Borracha protetora cortada pra encaixar no caximbo SC-G73

 

Parte cortada pra enroscar na bobina.jpg
Parte cortada pra enroscar na bobina

Não estou postando pra falar se o cabo é melhor ou pior. É só pra tentar ajudar alguém como eu que estava com dúvidas.Ou alguém mais.
Ainda não andei bem com ela pra saber o resultado final.
Quanto as fotos foi tirada de celular xilingui paragueixon. Por isso não esta tão nitidas.
Espero ter ajudado.

motor_arranque_yze

[ Peça Paralela ] Motor de Arranque

Ai vai uma dica para quem teve ou tem problema com o motor de arranque da Comet GTR 250cc.
Caso ele tenha estragado e a moto não esteja mais na garantia uma solução mais enconta é usar o motor de arranque da YBR ano 2011. Ele serve direitinho na furação e da conta do arranque.
Enquanto um motor de arranque original da Kasinski Comet pode custar mais de R$ 400,00 o da Ybr sai por R$ 100,00 em média.

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